Cátia @ 21:19

Dom, 13/06/04

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Ou será mais o verdadeiro masoquismo?! ehehe não sei ;-) Permitam-me discordar desta frase pois acredito que na vida existem momentos para arriscar, momentos para esperar e momentos para desistir. E o mais difícil é descobrirmos, pior ainda, aceitarmos que chegou o momento em que temos de desistir de algo ou de alguém. Pior ainda quando esse alguém faz parte do nosso mundo e conseguiu de alguma forma modificá-lo ou marcá-lo de forma tão pesada que parece impossível viver num mundo sem essa pessoa. Seja ela um amor, uma amizade ou um familiar. Aqui coloco-me a questão se realmente devemos desistir de uma pessoa. É que desistir de sonhos impossíveis, ou desistir de algo em detrimento de outra coisa que alcançámos é aceitável (pouco mas aceitável), mas se desistirmos das pessoas não nos farão o mesmo? E eu odeio que desistam de mim, odeio deixar de significar alguma coisa na vida dos que me rodeiam, odeio sentir que perdi alguém porque a pessoa simplesmente desistiu. Contudo não sou santa nem perfeita e acredito que só desistem de mim quando eu já me excedi por demasiadas vezes ou porque eu própria desisti das pessoas. E foi raro, é muito raro desistir de alguém. Já pensaram o podemos aprender com os outros? Já pensaram no enorme tesouro que é termos alguém do nosso lado que nos puxa quando nos afundamos, que nos empurra quando ficamos para trás, que nos enxuga as lágrimas quando precisamos chorar? Já pensaram como é inqualificável o valor de alguém que, contra tudo e todos, acredita em nós, luta por nós e nos defende? Isto é o sinónimo de alguém que nos ama, de um verdadeiro amigo, de uma familiar a quem podemos realmente chamar de tal. Pelo menos para mim!
Acredito que há momentos em que temos de desistir... só que são momentos muito raros e, quando gostamos de alguém a sério, ou quando temos um sonho em que realmente acreditamos... NUNCA desistimos (ok... pelo menos enquanto não formos abusivamente maltratados pela pessoa ;-) é que há limites para tudo!)

E já agora FORÇA PORTUGAL!!!!!!! Perdemos um jogo, não perdemos o campeonato!

******
Cátia



Pedro @ 01:35

Seg, 14/06/04

 

Desistir? Hum... não me parece pois desistir é não acreditar, é perder a esperança e se perdemos a esperança naquilo que cremos mais, então por dentro morremos. Poderemos renascer, mas nunca recuperamos aquilo que perdemos e desse passo ao 'se tivésse feito...' ou 'se tivesse acreditado' é a distância de pequenos passos de bebé. Esta é a minha filosofia de vida e por vezes, por mais que custe tem que ser quebrada... dado a complexidade do ser humano, existe quem persiga um sonho, uma utopia, não tenho problemas em assumir que pertenço a essa classe e quero acreditar que se soubermos esperar, ter paciência (essa companheira da sabedoria...) que mesmo apesar de sabermos que tentámos tudo, no fim sabemos que fizémos o nosso melhor e podemos 'arrumar' definitivamente o que nos atormentou ou não a nossa mente... no campo do amor só o tempo dirá quando for tempo para desistir, até lá a esperança vive em mim. Se achamos que algo é importante para nós então vemos nisso algo fundamental para a nossa vida, mesmo que para outros seja algo banal, tudo o que é importante para nós tem o seu motivo de ser, cabe a nós acarinhar e preservar enquanto pudermos... beijocas *******

Thais G.M.S @ 00:58

Seg, 14/06/04

 

"QuaL o CeRTo ou o eRRaDo,
NeM o TeMPo PoDe DeTeRMiNaR,
PoRQue MaiS Que a DeCiSão Te MaCHuQue,
aLGuMa CoiSa aPReNDeRá."

MiL KiSSeS PRa Ti & uMa SeMaNa MaaaRaViLHoOoSa!! =****'S

Filipe @ 00:20

Seg, 14/06/04

 

Desistir ou não desistir de alguem... boa questão. Desistir de alguem... depende das situações, depende das pessoas, depende, enfim, do nosso estado de espírito na altura... Sim, porque temos sempre que considerar que nem todas as nossas decisões são as mais acertadas e que, por vezes, cometemos erros. É normal, somos apenas humanos. Quando falas das pessoas que deram um pouco (ou muito) delas à tua vida, será que alguma vez poderias mesmo desistir delas? Acho que não. Acho que por mais que queiramos, não conseguimos (ou não devemos) desistir das pessoas que nos trouxeram algo de novo, ou que simplesmente se mantiveram do nosso lado, mesmo que cometam algum erro que consideramos inaceitável. Será que tudo o que nos deram ou o amor que nos entregaram, ou a amizade com que nos brindaram, não lhes dá o benefício da duvida, ou até mesmo o direito (quase obrigatório) a uma segunda oportunidade? Só não vejo essa opção se trairam a nosssa confiança ou se nos trataram tão mal a ponto de sentirmos que não somos queridos ou que não somos amados. Talvez o mais importante de tudo seja como nos fizeram sentir e como somos capazes de reagir a isso. Isso vai ditar as nossas acções sobre essa pessoa. Por vezes o grande problema é darmos demasiada importância a coisas com que não nos deveríamos preocupar tanto. Uma coisa é certa: desistir só mesmo em última análise e quando todas as outras opções se esgotaram. Beijocas grandes fôfa **********

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