Cátia @ 02:15

Ter, 30/11/04

relogio.gif
Foto by: Everwatchingeye

Tic-Tac, Tic-Tac faz o relógio meio baralhado...
Sonoramente faz passar cada segundo especial, cada minuto triste e cada hora de felicidade,
Suavemente conta os dias que já passaram e aguarda os que por aí virão...
Tic-Tac, Tic-Tac... o relógio mostra-nos que deixámos de ser crianças e que a vida dá voltas e voltas... Somos adultos!
Antes empurravas os ponteiros, esperavas que o tempo passasse rápido... para que tudo acontecesse, para que as férias chegassem, para que chegasse o Natal, para que te deixassem de ver como criança, para que entrasses no secundário...
Agora travas o tempo na esperança de poderes aproveitar cada segundo ciente de que não voltará e que todos têm a máxima importância.
Tic-Tac, Tic-tac... o relógio não pára de contar e a vida continua até ao dia que o relógio parou...


O tempo não espera por nós e não é parando que o que foi mal feito é corrigido ou que as mais importantes decisões se tomam...  É agindo e aproveitando o tempo que nos resta! Lembrem-se disso!

Boneco, amo-te mtoooooooooooooooooooooooo :-D (como se não soubesses ainda... lol) e acredita que estou aqui bem do teu ladinho para o que der e vier!!! e vai tudo correr pelo melhor ;) Beijos doces e especiais cheios de saudade!!!!

E uma beijoca fofinha também para o Pedro q está tristonho :'( Quero um sorriso nessa cara linda!!!!

******
Cátia




Cátia @ 16:22

Qui, 18/11/04

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Nos últimos dias o meu pensamento tem sido como que "assombrado" por pessoas que fazem parte da minha vida, que eu amo mas que tenho muitas saudades pois, por esta ou aquela razão, a distância física nos separa... Num caso especial nem sei explicar o que nos separa... Talvez um orgulho estúpido de ambas as partes.
Vezes sem conta já me perguntei se não me arrependerei de ter perdido estes dias quando me der conta que não os posso recuperar. Vezes sem conta já me perguntei a mim mesma se não serei capaz de desculpar e voltar a fazer o que fiz vezes sem conta no passado... Guardar bem no fundinho de forma a muito raramente ser relembrado e desta forma permitir que tantas e tantas pessoas permaneçam junto de mim.
Há algo que não consigo compreender nalgumas pessoas... A sua necessidade de afastarem de si as pessoas que as amam, que querem o melhor para elas mesmo que não tenham poder económico para lhes prometer mundos e fundos ou se calhar para as ajudar em determinadas coisas. Ás vezes parece-me que não sabem distinguir o não poder ajudar do não querer ajudar.
Outra coisa que não consigo compreender é a necessidade de magoarem os outrros... propositadamente... muitas vezes apenas para conseguirem uma reacção, tantas vezes pouco sincera e regada apenas de mágoa momentânea como que numa explosão.
Talvez me digam que tudo isto, no fundo é amor. Talvez até possam ter razão, apenas me parece inconcebível magoar alguém apenas para encher um pouco mais o nosso ego ou afastar as pessoas de nós só para que nos possamos queixar ao mundo o quanto os outros são insensíveis e egoístas e não nos ligam nenhuma... quando na realidade fomos nós próprios que os obrigámos (literalmente...) a afastarem-se.
Sei que tomamos caminhos na vida que muitas vezes não nos orgulhamos, que compreendemos ser errados... Sei que custa admitir que não fizemos a melhor escolha e sei que custa pedir ajuda... Mas custa ainda mais que, quem nos rodeia tenha consciência que necessitamos dessa ajuda e, por orgulho ou teimosia, não a aceitamos...
Na realidade, as escolhas que fazemos têm sempre consequências, mesmo as mais insignificantes, e quanto mais amor nos tiverem, maiores serão as consequências... ou pelo menos assim acredito!
(Errmmm peço desculpa a quem não tiver percebido patavina do que escrevi aí em cima... na realidade é mais um desabafo e só quem me conhecer melhor é que deve perceber de quem falo e de todos os pontos que foco... sorry!)


Passando agora a coisas mais felizes... O meu amôri!
Recentemente o meu anjinho deu um passo de gigante na nossa relação. Aparentemente pode nem ser tão grande mas para mim tem um significado enorme tendo em conta que envolve pessoas que lhe são extremamente próximas e importantes. Foi preciso coragem e cuidado mas a realidade é que o fez, mais uma vez, quando eu não o esperava. É por causa destas pequenas coisas que cada vez acredito mais em nós! Obrigado!!!!! Amo-te :-*

Eu gostava de olhar para ti
E dizer-te que és uma luz
Que me acende a noite
Me guia de dia e seduz

Eu gostava de ser como tu
Não ter asas e poder voar
Ter o céu como fundo
Ir ao fim do mundo
E voltar

Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço, o que é que me deu
Para gostar tanto assim de alguém
Como tu

Eu gostava q olhasses para mim
E sentisses q sou o teu mar
Mergulhasses sem medo
Olhar em segredo
Só para eu te abraçar

O primeiro impulso é sempre o mais justo
É mais verdadeiro
E o primeiro susto dá voltas e voltas
Na volta redonda de um beijo profundo.


Bem e por último... :-P, a banda do meu mano toca amanhã (6ª feira) no Santiago Alquimista (Lisboa) lá pelas 23 horas. Espera-se casa cheia e um concerto muitoooooooo fixe! Se puderem dêem um saltinho por lá e aplaudam muito!
Site oficial de ashfield:
www.ashfield.ws


Pedro, espero as rápidas melhoras da tua mãe! Boa sorte!


Tenham um excelente dia!

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Cátia




Cátia @ 01:14

Qua, 17/11/04

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Há algumas horas atrás, em conversa com um bom amigo que por sinal é surdo, fui chamada, mais uma vez para as dificuldades que as pessoas deficientes têm no nosso belo e pequeno país... Oram vejam a situação dele. Com 28 anos (errmmm espero não me ter enganado eheh), desempregado há cerca de um ano penso eu, a viver em casa da avó, este meu amigo tem direito a um subsídio que não está a chegar ao destinatário por sinal mas que já avisaram que só durará mais 6 meses.
Visto estar desempregado foi ao centro de emprego e pediu para ser integrado num curso de Web-Design... Ora aí disseram-lhe que para tal era necessário ter um aparelho auditivo de forma a que pudesse seguir o curso (esta última parte já sou eu a supor... é que este meu amigo, pelo que diz, consegue ler os lábios sem grandes problemas).
Necessitando então do aparelho auditivo dirigiu-se à segurança social recebendo a notícia que todas as listas estavam cheias.
De referir que já o tinham informado anteriormente no centro de emprego que sem aparelho auditivo era impossível arranjar-lhe um emprego.

Com esta história pergunto-me que raio de país é este... Então o rapaz quer um curso para melhorar as suas capacidades técnicas e não lho permitem porque não tem o aparelho, não lhe dão emprego pela mesma razão, a segurança social não o ajuda a comprar o aparelho... Como é que é suposto que ele o arranje/compre e consiga sobreviver enquanto não o conseguir adquirir? Vai roubar um banco não?

É certo que não sou deficiente, nem estou propriamente inteirada da situação dos "nossos" deficientes mas esta situação pareceu-me no minímo estúpida para não dizer injusta... Ao menos, nestes casos, a Segurança Social e os Centros de Emprego deveriam trabalhar em colaboração de forma a permitirem que as pessoas conseguissem preencher os requisitos que eles impõem.

Enfim... Estamos em Portugal não é verdade? Fico a pensar qual será o sentimento destas pessoas que realmente precisam de ajuda pois já só por si têm dificuldades acrescidas, quando vemos os nossos governantes com carros novos topo de gama todos os anos ou nas belas jantaradas repletas de mordomias... Talvez se "desviassem" metade desse capital para ajudar os deficientes não encontraríamos estas situações no nosso cantinho lusitano...

Bem, à procura de uma imagem para este texto, encontrei uma tradução para brasileiro de um folheto publicado por Henry Enns, do Canadá. Fica aqui o texto em completo

 

Quando Você Encontrar Uma Pessoa Deficiente ...
Tradução livre e adaptação de folheto publicado por Henry Enns, do Canadá

Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando encontram alguém que é "diferente". Uma pessoa que tem medo de dizer alguma coisa "errada" a uma pessoa deficiente pode até evitar uma comunicação. Este mal estar pode ser evitado se pessoas deficientes e não deficientes se virem e interagirem mais freqüentemente no trabalho e na sociedade.

Grande parte desse mal estar é causado pela falta de informação a respeito da deficiência. Já que muitas pessoas não deficientes (e mesmo alguns deficientes) não estão conscientes das implicações da deficiência, é importante que todos sejam pacientes e mantenham abertas as comunicações.

Quando alguém age de maneira inadequada, é bom lembrar que todo mundo comete erros de vez em quando, e tentar lidar com a situação com humor e delicadeza. Aceite o fato de que a deficiência existe. Não tomar conhecimento de uma deficiência é o mesmo que não tomar conhecimento do sexo ou da altura de alguém. Mas fazer perguntas pessoais a respeito da deficiência seria impertinente, enquanto não houver um relacionamento mais próximo, que torna mais natural este tipo de pergunta.

Trate a pessoa deficiente como uma pessoa saudável. Quando alguém tem uma limitação funcional, isso não quer dizer que a pessoa seja doente. Algumas deficiências não trazem problema de saúde.

Em alguns casos, a pessoa deficiente pode reagir às situações de um modo não convencional, ou ainda, pode dar a impessão de que não está tomando conhecimento da sua presença. Lembre-se de que ela pode não ouvir bem, ou ter outra deficiência que afete os movimentos ou dificulte o contato.

Fale sempre diretamente com a pessoa deficiente, não com terceiros, por exemplo, um acompanhante ou um intérprete. Ao caminhar ao lado de uma pessoa usando bengala ou muletas, procure acompanhar seu ritmo.

Oferça ajuda, se quiser, mas espere que seu oferecimento seja aceito, antes de ajudar. Se a pessoa precisar de ajuda, vai aceitar sua oferta e explicar exatamente o que você deve fazer para ser útil a ela.



Quando você encontrar um deficiente visual...

Se parecer que o deficiente visual está precisando de ajuda, identifique-se e faça-o perceber que você está falando com ele.

Para guiar um deficiente visual, espere que ele segure no seu braço; o deficiente visual irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Para fazer o deficiente visual sentar, guie-o até a cadeira e coloque a mão dele no braço ou no encosto da cadeira, e deixe que a pessoa sente-se sozinha.

Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe". Nem você nem o deficiente visual podem evitá-las, já que não existem outras para substitui-las.

Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.

Quando for embora, avise sempre o deficiente visual.


Quando você encontrar uma pessoa em cadeira de rodas...

Se a conversa continuar por mais tempo do que só alguns minutos e for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos num mesmo nível. Para uma pessoa sentada, é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo.

Não se acanhe em usar palavras como "andar" e "correr". As pessoas que usam cadeira de rodas empregam essas mesmas palavras.

Não vá segurando automaticamente a cadeira de rodas. Ela é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Agarrar ou apoiar-se na cadeira de rodas é como agarrar ou apoiar-se numa pessoa sentada numa cadeira comum. Isso muitas vezes é simpático, se vocês forem amigos, mas não deve ser feito se vocês não se conhecem. Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa em cadeira de rodas.

Quando você encontrar uma pessoa surda...

Fale de maneira clara, distintamente, mas não exagere. Use a sua velocidade, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar. Use um tom normal de voz, a não ser que lhe peçam para falar mais alto.

Fale diretamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela. Faça com que a sua boca esteja bem visível. Gesticular ou segurar algo em frente à boca torna impossível a leitura labial. Quando falar com uma pessoa surda, tente não ficar de frente para a luz (como por exemplo de uma janela); assim fica difícil ver o seu rosto, que vai ficar como uma silhueta na luz.

Se você souber alguma linguagem de sinais, tente usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas.

Fale com expressão. Como as pessoas surdas não podem ouvir mudanças de tom que indicam sarcasmo ou seriedade, muitas delas vão depender das suas expressões faciais, dos seus gestos e movimentos do corpo para entender o que você está dizendo. Se estiver tendo dificuldade em entender a fala de uma pessoa surda, não se acanhe em pedir que ela repita o que disse. Se ainda assim não conseguir, tente usar bilhetes. Lembre-se de que seu objetivo é a comunicação: o método não importa, pode ser qualquer um.

Quando duas pessoas estão conversando em linguagem de sinais, é muito grosseiro andar entre elas. Você estaria atrapalhando e impedindo completamente a conversa.


Quando você encontrar uma pessoa muda...

Algumas pessoas mudas preferem a comunicação escrita, algumas usam linguagem em código e outras preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Talvez você tenha que se encarregar de grande parte da conversa. Tente lembrar que a comunicação é importante. Você pode ir tentando com perguntas cuja resposta seja sim/não. Se possível ajude a pessoa muda a encontrar a palavra certa, assim ela não precisará de tanto esforço para passar sua mensagem. Mas não fique ansioso pois isso pode atrapalhar sua conversa.



Quando você encontar um Paralisado Cerebral

O paralisado cerebral tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais. Para lidar com este grupo de pessoas, temos as seguintes sugestões:

1 - é muito importante respeitar o ritmo do PC, geralmente ele é mais vagaroso naquilo que faz, como andar, falar, pegar as coisas, etc.
2 - tenha paciência ao ouvi-lo, pois a grande maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e seu ritmo lento com a deficiência mental.
3 - não trate o PC como uma criança ou incapaz.
4 - lembre-se que o PC não é um portador de uma doença grave contagiosa, porque a paralisia cerebral é fruto de uma lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. Portanto, não é doença e nem muito menos transmissível.



Como se portar frente a uma pessoa com deficiência mental:
Este texto é de Tania Regina Levada Neves - (levada@universe.com.br)

Em primeiro lugar, lembre-se: você está diante de uma pessoa que quer e pode ser feliz. Se for um bebê, brinque com ele, acaricie, como você faria com qualquer outro bebê. Não se revista nem de dó nem de culpa apenas aja naturalmente. Descubra nele os encantos que todos os bebês têm .

Se for uma criança, brinque com ela, converse, dê atenção – sua atenção, suas brincadeiras poderão ser uma importante fonte de estimulação. Crianças com deficiência mental precisam ( como qualquer outra criança) ser estimuladas a participar, a interagir. Permita que ela brinque com seus filhos e que seus filhos brinquem com ela – é o primeiro passo para a extinção do preconceito. Seja natural , diga palavras amistosas, evite a superproteção.

Se for um jovem, trate-o como jovem. Não use expressões infantilizadas nem se refira a ele como uma criança. Se estiver na escola, não o trate como um pequenino de pré-escola- ele (ou ela) é um jovem, adolescente, que precisa ser respeitado como tal e questionado quanto a seus sonhos, sentimentos e aspirações. Lembre-se: o respeito está em primeiro lugar e só existe quando há troca de idéias, informações e vontades. Por maior que seja a deficiência, lembre-se da eficiência da pessoa que ali está.

Se for um adulto ou um idoso, permita que ele usufrua do bem estar e do respeito que são direcionados às pessoas dessa faixa etária. Permita que participe de reuniões alegres, converse, alivie a solidão que cresce para todos nessa faixa etária, especialmente para as pessoas com deficiência mental.

E, principal: caso você tenha alguma dúvida ou mesmo não possua qualquer informação sobre deficiência mental, não se acanhe em perguntar, buscar esclarecimentos e informações. Mas, importante : busque essas informações junto a pessoas, associações ou entidades que realmente possam dar a você uma idéia exata, desprovida de preconceitos e pré-julgamentos.

Faça isso e você verá o quanto é importante e enriquecedor aprendermos a conviver com a diversidade !


Por favor, dediquem um pouco do vosso tempo a pensar nisto! Beijocas,

******
Cátia




Cátia @ 00:24

Qui, 11/11/04

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Pé ante pé, escondida entre estrelas cintilantes e pedaços de céu balanças na lua.
Sorriso atrás de sorriso vives feliz no teu mundo de flores e mar.
Olhas para um lado e para o outro e ainda tudo te apaixona.
Pegas nos pássaros e brincas com os peixes, cheiras uma rosa e chapinhas na água, saltas na relva e gritas ao mundo... O mundo é teu!

E quando a chuva começa a cair tal qual uma dádiva e o frio começa a mostrar a sua presença, recolhes ao teu canto e muito aninhada sentes passar um dia após o outro. Conheces-te a ti própria cada vez mais, de dia para dia descobres algo em que desconhecias e encantas-te com a ideia de estares a amadurecer!
Mas num gesto que desconhecias alguém puxa por ti e permite que te agarres a ele e em vez de te aninhas sozinha podes-te agora abraçar... E é tudo tão diferente!

Os dias que antes eram cinzentos e tristonhos passam a ter uma magia diferente apenas porque ele habita o teu pensamento e o teu coração...

Repara... É de noite e a lua chama por ti! Perdes-te de novo nos teus sonhos e ilusões de criança encantada...

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Cátia




Cátia @ 02:37

Ter, 09/11/04

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Olaaaaaaaaaaaaa!
Pois é fiquei sem cá vir por uns tempos não foi? Pronto batam-me lá eheheh! Não abandonei isto não mas o tempo tem sido pouco e a paciência para a net também ermm...

Hoje não falo do coração nem algo parecido, falo sim de um espectáculo grandioso e marvilhoso que esteve muito recentemente de passagem pelo nosso pequeno país: o musical CATS.

No dia 26 de Outubro o dia nasceu cinzento e chuvoso mas a noite prometia um grande espectáculo com alguém muito muito muito (muito e muito...) especial. Após uma tarde muito bem passada, eram quase oito horas quando nos dirigimos ao Corte Ingles para um jantar muito rápido. O Coliseu de Lisboa chamava por nós. Passava pouco das 20h30 quando chegámos às portas e nos deparámos com algumas pessoas que praticamente se batiam para entrar. Seguimos o nosso caminho para as galerias e uma hora depois começava o espectáculo! Ora está, no mínimo, genial! São 3 horas de música e dança com momentos divinais!

O Acto 1 começa com o "Jellicle Songs" e o "The Naming of Cats", dois números alegres que rapidamente cativam o público mais reticente na qualidade deste espectáculo. Aqui os gatos mostram a sua relutância em deixar o público entrar no seu mundo mas rapidamente começam a mostrar quem são realmente

Segue o "Invitation to The Jellicle Ball" protagonizado pelos gatos Victoria, Quaxo e Munkustrap. Uma bailado muito bonito da Victoria e uma explicação eficaz e simples do Munkustrap. Aqui se explica a razão de praticamente todo o espectáculo: O Jellicle Ball em que o velho Deuteronomy escolherá um/a gato/a dos Jellicle Cats que seguirá para o céu onde renascerá e terá uma nova vida. É então que os vários gatos se começam a apresentar e a mostrar os seus dotes de forma a agradarem o Old Deuteronomy e a serem escolhidos para fazerem a viagem. O primeiro é o The Old Gumbie Cat (protagonizado pelos gatos Jennyanydots, Jellylorum, Bombalurina, Demeter) que é uma gata que fica sentada o dia todo. Aqui, dá-se um dos grandes momentos da noite, um sapateado ESPECTACULAR de praticamente toda a companhia junta... em simultâneo.. LINDO!!!!!!!!
Segue-se então o "The Rum Rum Tugger" que é um gato que todas as gatas acham atraente e que gosta de ser o centro das atenções.
"Grizabella, The Glamour Cat" (Grizabella, Demeter e Bombalurina) é uma Jellicle Cat que abandonara a tribo há muitos anos e que agora queria voltar mas é desprezada por todos.
"Bustopher Jones" (Bustopher, Jennyanydots, Jellylorum, Bombalurina) é um gato que come todo o dia, mas o tipo de gato que todos cumprimentam.

É então altura do "mau da fita" Macavity se soltar da polícia (ouve-se a polícia por trás ;).
Segue-se "Mungojerrie and Rumpelteazer" (Rumpleteazer) que, se não estou em erro, é um casal desastrado mas que faz umas acrobacias muito giras!

É então o momento da chegada do Chefe da Tribo "Old Deuteronomy" (protagonizado pelos gatos Munkustrap, Rum Tum Tugger, Old Deuteronomy), um gato experiente que já tinha vivido várias vidas. Aqui Munkustrap, Peke Leader, Pollicle Leader, The Rumpus Cat procuram entreter o Old Deuteronomy no número "The Battle of the Pekes and the Pollicles".
Macavity volta a assustar todos os gatos mas voltam um a um, a pedido do seu chefe, começa então o "The Jellicle Ball" que toda a companhia potagoniza.
Antes do final do 1º Acto com cerca de hora e meia de espectáculo é o grande momento da noite: "Memory" protagonizado pela Grizabella. Não tenho palavras para descrever...

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O segundo acto começa com o número "The Moments of Happiness" (Old Deuteronomy, Jemima) para depois recomeçarem as apresentações.
"Gus: The Theatre Cat" (Jellylorum, Asparagus) é, como indica, um gato-actor que contracenou com vários actores conhecidos durante a sua vida. "Growltigers Last Stand" (Growltiger, Griddlebone, The Crew, Ghengis) foi um dos papéis representados por Gus.
"Skimbleshanks" (Skimbleshanks, Tantomile, Cassandra, Electra, Rumpelteazer, Carbucketty, Victoria, Jemima, Mungojerrie, Coricopat, George, Bill Bailey, Etcetera, Alonzo) é o gato dos caminhos de ferro. Aqui dá-se uma situação engraçada quando eles constroem um "mini" comboio.

Macavity aparece então de novo (número protagonizado por Demeter, Bombalurina, Macavity, Munkustrap, Alonzo). Aqui Old Deuteronomy é raptado por uns capatazes de Macavity. Bombalurina e Demeter contam então o que sabem de Macavity (a voz da mulher é fenomenal!!!). Macavity volta à cena disfarçado de chefe da tribo dos Jellicle Cats e combate então com Mukustrap que o derrota. Se não estou em erro, aqui todo o público salta da cadeira pois Macavity faz rebentar qualquer coisa e tudo fica às escuras... Está lindo! eheheh!
É então a altura de "Mr Mistoffelees" aparecer em cena, tentado trazer Old Deuteronomy de volta através da magia (que consegue está claro!). Aqui há momentos também muito giros e o bailado de Mr Mistofelees é muito bom!
Chega o momento de Old Deuteronomy fazer a escolha do gato que terá direito a subir as escadas da ascenção e é nessa altura que aparece Grizabella com a fenomenal "Memory"... É lindo... espectacular... a voz dela... (/me suspira). Rapidamente se percebe que Grizabella será a escolhida após ter sido reaceite na tribo. "Journey to the Heavyside Layer" protagonizado por toda a companhia mostra isso mesmo.
Antes do final do Jellicle Ball Old Deuteronomy dirige-se aos espectadores dizendo-lhes basicamente que gatos não são cães, que merecem respeito e serem chamados pelos seus próprios nomes... Que gatos são "como nós". Os gatos voltam então mais uma vez a brincar com a plateia passeando e aproximando-se dos espectadores por todo o coliseu enquanto um a um, vão-se apresentando no palco, mostrando uma ou duas acrobacias e recebendo os seus merecidos aplausos! Como disse na altura a quem me acompanhou só falta as legendas por cima com os nomes de cada actor ehehhe! Resumindo está muito muito muito giro! 
A salientar: Vozes magnifícas, bailado excepcional, caracterização impressionante e movimentos do corpo muito mas mesmo muito bem estudados e coreografados.

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Fico agora à espera do Jesus Christ Superstar e do Phantom of the Opera!

Notas: 
Como é óbvio tive de recorrer ao site para fazer esta "declaração" :P que já n me lembrava de tudo ;). Imagens, mp3, clips e afins são de lá. http://www.reallyuseful.com/shows/cats/

No dia 2 de Novembro tive a sorte de rever este musical (como prenda de anos de um grande amigo)... Voltei a adorar apesar de ser capaz de notar nas falhas próprias de uma companhia que protagonizou o mesmo número durante 3 semanas seguidas.

Prémios:
1981
LAURENCE OLIVIER Awards
Musical of the Year
Outstanding Achievement of the Year in Musicals Gillian Lynne

1981
EVENING STANDARD AWARD
Best Musical.

1983
TONY Awards
Best Musical
Best Book
Best Score
Best Director Trevor Nunn
Best Supporting Musical Actress Betty Buckley
Best Costumes John Napier
Best Lighting David Hersey

1983
DRAMA DESK Awards
Best Music
Best Costumes
Best Lighting.

New York
Outer Critics’ Circle Award – Best Musical

France
Moliere Award for Best Musical

Canada
7 Dora Mavor Moore Awards including Best Musical

Japan 7 Awards

Elenco (Nome do actor - personagem/s)
Emily Anderson - Victoria
David Ball - Macavity/Admetus
Laura Brydon - Rumpelteazer
Patrick Clancy - Bustopher Jones/ Aspargus
Lucinda Collins - Jennyanydots
Philip Comley - Carbucketty
Alex Durrant - Bill Bailey
Natalie Edmunds - Cassandra
Karen Evans - Jellylorum
Matthew Gould - Skimbleshanks
Nic Greenshields - Munkustrap
Chrissie Hammond - Grizabella
Barry Haywood - Swing
Matt Krzan - Wsing
Lee Lomas - Coricopat
Chevaun Marsh - Swing
Bonnie Parker - Swing
James Paterson - Old Deuteronomy
Richard Peakman - Rumpus/Alonzo
Leyla Pellegrini - Demeter
Andrew Prosser - Mungojerrie
Jai Ramage - Swing
Stuart Ramsay - Rum Tum Tugger
Guy-Paul Roult de St Germain - Quaxo/Mistoffelees
Kate Tydman - Tantomile
Grace Warner - Bombalurina
Anthony Whiteman - Swing
Stuart Winter - Swing
Adelle Young - Jemima



E com a confusão que tem sido... eu e o meu amor estamos juntos há mais de um mês... e não me peçam para explicar, mas sei que é com ele que passarei muito tempo da minha vida... Amo-te muito paixão! Obrigado por tudo e por me amares da mesma forma! És tudo para miiiiiiim! (errmm sorry o desvaneio :P)

Divirtam-se!

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Cátia



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